Fátima: o desafio da fé no século XX

Brincavam os três videntes na Cova da Iria quando observaram dois clarões como de relâmpagos, após os quais viram a Mãe de Deus sobre a azinheira. “Era uma Senhora vestida toda de branco, mais brilhante que o sol, espargindo luz mais clara e intensa que um copo de cristal, atravessado pelos raios do sol mais ardente”, descreve assim Lúcia. Sua face, indescritivelmente bela, não era “nem triste, nem alegre, mas séria”, com ar de suave censura. As mãos juntas, como a rezar, apoiadas no peito e voltadas para cima. Da mão direita pendia um rosário. As vestes pareciam feitas só de luz. A túnica era branca,  e branco o manto, orlado de ouro que cobria a cabeça da virgem e lhe descia aos pés. Não se Lhe viam os cabelos e a s orelhas. Os traços da fisionomia, Lucia nunca pode descrevê-los, pois foi-lhe impossível fitar o rosto celestial, que ofuscava. Os videntes estavam tão perto de Nossa Senhora – há um metro e meio de distância, mais ou menos – que ficavam dentro da luz que A cercava ou que Ela espargia.

Parte da história narrada por Irmã Maria Lúcia do Coração Imaculado, em seus manuscritos.

 

 

O ponto mais importante das aparições de Nossa Senhora em Fátima foi a sua preocupação: “o coração de Deus estás ferido”.

A humanidade ofende a Deus. Rezem pela paz, rezem pela conversão do mundo. Cem anos da aparição de Maria em Fátima e Ela ainda continua a nos dizer: FAÇAM TUDO O QUE JESUS DISSER!

Eis a coroa da imagem de nossa Senhora de Fátima.

No centro da coroa vemos a bala que atingiu o Papa João Paulo II – em 13 de maio de 1980. Episódio este, visto pela Irmã Lúcia e guardado no III Segredo de Fátima – que só veio a ser revelado no ano 2000, já no século XXI, uma vez que o segredo de Fátima se reportaria ao Século XX.

 

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