Debate entre o comerciante e o dizimista

José, trabalhador, cristão e sempre alegre vestia uma camiseta alusiva ao dízimo em sua comunidade: “sou dizimista, sim”! Esteve na loja de Antônio para comprar alguma coisa.

Antônio um comerciante da mesma localidade, atendeu José e perguntou: você é dizimista a quanto tempo José?

Vinte anos!

E quanto você dá de dízimo para sua igreja todo mês?

10% (dez por cento) daquilo que eu ganho!

E quanto você ganha por mês? José riu e retrucou: você já está querendo saber demais, não?

É só para ter uma ideia, falou o comerciante.

José respondeu – eu dou em média R$ 350,00 por mês para o dízimo da minha Igreja. Sou representante e meu salário é calculado de acordo com as minhas vendas, tem mês que eu ganho R$ 2000, mas tem mês que eu chego a R$ 5000, sendo assim a minha média é de R$ 350,00 por mês.

Antônio logo exclamou: tudo isso?

Rapaz, você já imaginou que aplicando esse dinheiro na poupança todo mês você teria R$ 4.200,00 por ano, multiplicado por 20 anos você teria depositado R$ 84.000,00. Calculando  juros e atualização monetária durante 240 meses, você teria guardado pelo menos R$ 200.000,00, duzentos mil reais, o dinheiro de comprar uma Ferrari. Já parou prá pensar nisso?

José lhe respondeu perguntando: e você já foi, ou é dizimista de alguma comunidade? Ele respondeu: deixa de ser bobo homem, você acha que o meu dinheiro é para dar a padre nem pastor?

José riu e perguntou: onde anda então a sua Ferrari?  ou por acaso você tem duzentos mil guardados na poupança?

Então meu amigo, viva para o seu dinheiro que eu vivo a minha fé!

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