COISAS DE NÃO CATÓLICOS?

Não se coaduna com a vida de um cristão católico:

Alimentar mágoa de quem quer que seja, mesmo porque a mágoa causa mal ao corpo e à alma. Há pessoas doentes por que estão magoadas.

Cometer injustiça, negando o salário a quem fez por merecê-lo.

Criar desavença entre as pessoas a ponto de fazer uma se distanciar da outra, negando-lhe até a voz.

Escandalizar uma criança não se incomodando com as palavras de Cristo: “Ai de quem escandalizar um pequenino”.

Difamar uma pessoa revelando um defeito ou uma falha moral sua que não era de conhecimento público.

Empregar qualquer meio ou recurso para obter o que deseja.

Ignorar o sonho de um jovem ou os sonhos, terminando por fazê-lo desperdiçar a mocidade por falta de ilusões.

Viver excessivamente preocupado com o futuro, como se não existisse a Providência Divina que veste com todo o esplendor os lírios do campo e Cristo não houvesse dito que a cada dia basta a sua preocupação.

Desperdiçar comida, mesmo sabendo que dois terços da humanidade passam fome e morrem mais gente de subnutrição do que de câncer.

Humilhar a mulher por ser mulher esquecendo-se de que Cristo nasceu de uma mulher, fez o seu primeiro milagre através de uma mulher e, ressuscitado, por primeiro, apareceu a uma mulher.

Fazer acepção de pessoas, valorizando o rico por ser rico e desprezando o pobre por ser pobre.

Ser ingrato, desconhecendo ou ignorando o benefício recebido à semelhança dos leprosos censurados por Cristo que,  curados, não lhe agradeceram o milagre da cura.

Desestimular uma pessoa, seja não valorizando o seu trabalho, seja desconhecendo os seus esforços,  seja nunca lhe dirigindo um elogio por qualquer coisa boa que faça.

Roubar o tempo dos outros ou porque marca um horário e não cumpre, ou porque aparece para falar com quem que seja sem combinar previamente a hora ou se alongar em demasia no telefone,  sem necessidade,  ou porque faz outras coisas desta natureza, prejudicando a programação social dos outros.

Revelar segredos que lhe dizem  em confiança, ainda que a pessoa que lhe haja revelado tenha esfriado na amizade ou até se tornado inimiga.

Deixar de dar uma palavra de ânimo a quem se encontra  doente,  desiludido ou depressivo, carente de um gesto amigo ou de um amigo.

Contrair dívidas que não possam quitá-las ou deixar de quitá-las quando possa fazê-lo.

Tratar mal um subordinado, inclusive humilhando-o em público.

Reclamar da vida, inclusive não vendo as coisas boas que lhe oferece a cada instante, a todo o momento.

Omitir-se na contribuição do seu dízimo para o sustento de sua igreja.

Adulterar como se o amor admitisse divisão; provocar intencionalmente um aborto ou ensinar uma pessoa a fazê-lo.

Colocar Cristo em segundo lugar, inclusive terminando por não celebrar a memória participando da missa a cada domingo.

Ter Jesus como caminho e procurar outros que não o Dele;  ter Jesus como verdade e viver na incerteza;   ter Jesus como vida e procurar ou apoiar meios que só conduzem à morte.

Padre José Gilberto de Luna (de saudosa memória)

Arquidiocese de São Salvador-Ba

 

 

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